terça-feira, 14 de setembro de 2010
Os evangélicos e o governo do PT comandado por Lula
sábado, 24 de julho de 2010
Blog do Waldeir: JESUS E MADALENA
quarta-feira, 17 de março de 2010
O que não é conservadorismo: CAPC, Libertários e Ron Paul
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Ritual de Magia Negra - Livro Denuncia Crimes Satânicos no Brasil e no Mundo
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Médica acusada de 10 mil abortos é encontrada morta
Neide Mota Machado tinha uma clínica de aborto no centro de Campo Grande.
Neide foi encontrada morta em uma chácara no Parque dos Poderes, próximo à UNIDERP Agrárias, em Campo Grande. A ex-anestesista estava dentro do carro dela.
Aparentemente, ela cometeu suicídio através de uma injeção, mas só os legistas poderão confirmar a causa da morte.
Um ex-namorado de Neide contou que ela costumava ir àquela chácara buscar leite.
Apesar da clínica dela ter funcionado no centro da Capital, o caso veio à tona quando uma reportagem de televisão denunciou o esquema de funcionamento da clínica.
Cerca de 10 mil mulheres podem ter feito abortos na clínica nos últimos 20 anos.
Um casal contou que encontrou a ex-médica Neide Mota Machado ainda com vida, mas grogue, a cem metros da chácara Capril Primavera, no Jardim Veraneio, em Campo Grande. Ela estava no carro Cross Fox preto, placas HSG 7958. O veículo estava parado e chamou a atenção deles o fato da ex-médica estar muito bem vestida.
Eles se aproximaram do carro e encontraram Neide com uma seringa em uma das mãos. Eles contam que ela tentou esconder a seringa e disse para eles que estava bem. "Eu estou bem, moro aqui mesmo; vim buscar leite, mas estou bem", teria dito a ex-médica.
Notando que ela estava grogue, eles pararam e ficaram observando Neide. Ela chegou à porteira da chácara e parou novamente.
Preocupados, ligaram para o Corpo de Bombeiros e em seguida foram até uma barreira da Polícia Rodoviária Federal, próximo à chácara, e comunicaram o caso.
Ao voltar ao local, ainda conforme o relato deles encontraram Neide já morta, com a seringa, na mão direita, no meio das pernas, e o carro ainda ligado. O veículo foi desligado posteriormente por um policial rodoviário federal.
O caso Neide Mota foi descoberto em 10 de abril de 2007, quando uma reportagem de TV denunciou sua clínica como local especializado na prática de aborto.
Apesar da ex-médica ter uma clínica próxima ao centro de Campo Grande, antes da reportagem nunca teve problemas com a lei.
Cerca de três dias depois, a clínica foi invadida pela polícia civil. A ex-médica havia dado uma entrevista, com uma câmera escondida e foi o início do inquérito policial.
Na clínica foram encontrados remédios para indução ao aborto, uma espingarda e um arquivo com 9.986 nomes de mulheres que passaram pela clínica em 20 anos. Na época, investigou-se se esses nomes eram usados como ameaça às pacientes, para evitar denúncias. Neide Mota também tomava outras formas para se proteger, ao fazer as pacientes assinarem um documento onde declaravam que se submetiam de livre e espontânea vontade para “tratamento de aborto incompleto”.
O assunto ganhou repercussão nacional quando foi divulgado que o Ministério Público iria indiciar todos os 9.986 nomes. Movimentos sociais reagiram negativamente, alegando que seria desperdício de tempo e dinheiro público.
Destes, cerca de 8.000 mil nomes foram excluídos do processo por prescrição e outros ainda estão sendo retirados.
Em 22 de julho deste ano, Neide Mota foi cassada definitivamente pelo CRM/MS (Conselho Regional de Medica de Mato Grosso do Sul) e perdeu o direito de exercício a medicina.
Neide Mota seria submetida a júri popular, por decisão da 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Seus advogados haviam apresentado recurso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), contra a realização do júri. Enquanto o recurso não era julgado, o MPE (Ministério Público Estadual) arrolava as testemunhas, para marcar a data do júri.
Fonte: Campo Grande News
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Divisão dos Luteranos depois da votação sobre pastor gay.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Da homossexualidade à heterossexualidade
DA HOMOSSEXUALIDADE À HETEROSSEXUALIDADE:
Da Homossexualidade à Heterossexualidade: Há possibilidade de resgate da Heterossexualidade.
“E criou Deus o homem a sua imagem; a imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.”(Gênesis 1:27)
Por Rozangela Alves Justino (psicóloga – CRP 05/4917)O presente relato constitui uma síntese de minha experiência profissional e compreensão da homossexualidade a partir do trabalho com o GA - Grupo de Amigos, observando, atuando e acompanhando o grupo no período de 1989 a 1994.Iniciei o contato com o GA quando convidada a participar de uma jornada promovida pelo líder do grupo. As pessoas acometidas pelos desejos e/ou práticas homossexuais estavam em conflito com a vida que levavam: queriam encontrar uma resposta para a homossexualidade e seguir a orientação heterossexual, mas não sabiam como. Até então, eu só havia ouvido falar de pessoas que desejavam assumir a sua homossexualidade.Procurei literaturas sobre o tema e passei a ouvir experiências semelhantes, bem como o relato de outras pessoas que já haviam mudado espontaneamente a sua orientação sexual de homo para hétero.Sem focalizar o sintoma que o grupo apresentava (homossexualidade), procurei perceber as pessoas individualmente e estabelecer vínculos com elas. Verifiquei que muitos dos seus conflitos eram idênticos ao de outras pessoas, independente da orientação sexual.Em pesquisas médicas, os cientistas ainda não conseguiram encontrar dados biológicos que determinem uma inclinação genética para a homossexualidade. Aliás, a conclusão que se chega é de que a natureza opera na reprodução e perpetuação da espécie.Creio que os fatores emocionais e sociais, bem como os espirituais, têm grande influência na homossexualidade. Irei me deter aos aspectos emocionais e sociais.Para o entendimento dos fatores emocionais tomei como base a linha psicodramática, que utiliza técnicas que facilitam o trabalho com grupos e levam a pessoa a agir diante do seu drama, encontrando respostas que apontam a uma saída adequada para sua situação.J. L. Moreno, criador do Psicodrama, mostra-nos que qualquer aprendizagem só pode acontecer na relação do recém-nascido com a mãe e os outros “tus” e objetos ao longo da vida. Partindo deste princípio, Moreno associa o desenvolvimento emocional com o desempenho de papéis.O papel é formado por marcas que ganham força e determinam o desempenho da pessoa numa situação específica a qual reage, estando também outras pessoas e objetos envolvidos. Desta forma, “o papel é levado a todas as dimensões da vida” (GONÇALVES, C. S., 1988, p.66).
Os papéis são complementares, ou seja, o meu papel de filho está em relação ao de pai ou de mãe com quem estou me relacionando. Podem ser o meu pai ou a minha mãe biológicos ou aqueles que paternalizam ou maternalizam na relação comigo. Só existe pai se houver filho, e só existe filho se houver pai.A Matriz de Identidade foi o termo utilizado por Moreno para explicar o desenvolvimento emocional da criança, pois são das suas relações primeiras que ela irá herdar os modelos para suas relações futuras. Neste primeiro espaço a criança estabelecerá vínculos ao interagir com as pessoas e o ambiente ao seu redor. É, aí, na Matriz de Identidade, que ela recebe atenção, adquire valores morais e culturais e se prepara para participar da vida em sociedade. Assim como todos os outros papéis, o papel sexual parece ter início na expectativa dos pais e entes queridos mais próximos, que já esperam o nascimento de um menino ou uma menina e projetam nele(a) todos os seus planos, antes mesmo de nascer.Espera-se que a criança desempenhe o papel que a família escolheu, o que está diretamente ligado ao sexo que irá ter: masculino ou feminino. Muitas famílias esperam por uma criança de determinado sexo e, quando isto não ocorre, se frustram. Pode também nascer o menino desejado pela família, no entanto a expectativa familiar é de que ele tome conta da mãe, protegendo-a ou suprindo-a da falta do pai, por omissão deste ou até mesmo pelo fato de ser agressivo. A lei da casa passa a ser: “Tome conta da sua mãe até que ela morra, você não tem o direito de ter outra mulher em sua vida, a sua mãe irá bastá-lo!”. O menino poderá ser também “a companheira” da mãe: “Tão bom seria se meu filho fosse uma menina, as mulheres são mais companheiras das mães!”.Tais impressões, verbalizadas ou não, sempre são incorporadas pelo menino através da maneira pela qual a família se relaciona com ele. É muito difícil para os filhos não atenderem ao apelo dos seus entes queridos. O seu “eu” vai se estruturando a partir das marcas que são passadas para o seu registro corporal, bem como as impressões de aceitação ou não da sua pessoa, do seu jeito de ser e do seu sexo biológico. É muito comum a família ver o filho adotando papéis homossexuais e “não perceber”. Há uma cumplicidade velada entre as partes. O papel é complementado. É claro que ambas as partes são responsáveis pela sua situação - se o filho não quiser ele não complementa este papel.Quando a estes registros se juntam os mitos que dominam a sexualidade e influenciam a conduta das pessoas e as experiências sexuais perversas (por exemplo, abusos sexuais na infância), acaba sendo favorecido o desenvolvimento do papel homossexual.Os mitos são interpretações folclóricas da realidade e estes se tornam mais fortes ou mais fracos segundo as confirmações da realidade. Inserem-se no espaço que o conhecimento deixa vazio. Um grupo que se propõe a trabalhar com os que desejam deixar a homossexualidade precisa ser educativo, pois as informações desfazem os mitos que influenciam a sexualidade. Os mitos existem quando encontram quem os complemente - se não há quem acredite no mito ou se ambas as pessoas não o compartilham, ele morre.Não são poucos os meninos que escutam que o “pinto” vai cair quando são pegos bulindo-o. Quando se tocam os outros dizem que podem se tornar maricas, falar fino. Escutam ainda que homem que é homem não chora, que quem brinca com boneca é menina.A verdade é que as crianças crescem com estas impressões que geram muitas dúvidas, inseguranças e conflitos que interferem na formação da sua identidade psicossexual, principalmente para aquelas que saem do padrão masculino ou feminino estabelecido pela cultura em que vivem.É claro que os pais precisam vestir os seus filhos de forma a ajudá-los na adequação aos papéis sociais já determinados pelo seu sexo biológico, o que precisa ocorrer de forma natural e tranqüila. Normalmente, quando o pai tem uma boa aceitação do seu sexo biológico, valorizando o filho no seu papel masculino ou feminino (sexo em que nasceu), a orientação sexual da criança seguirá o curso de seu sexo biológico, naturalmente.Na verdade, a própria vivência sexual dos pais e a falta da resolução adequada de seus conflitos pessoais poderá influenciar o filho. Muitos são os pais e pessoas ligadas afetivamente à criança que afirmam que “homem não presta, que não são confiáveis, que homens são todos iguais” - estas mesmas afirmações podem se referir também às mulheres. Um filho que sempre ouve isto dos seus familiares acaba acreditando e, sem conseguir discriminar o que “presta” ou não, a generalização poderá servir de crivo para todas as pessoas que encontra pela frente. Quando tais relatos são confirmados na realidade de algumas de suas experiências, tomam um vulto maior.Todas estas vivências influenciam a formação da identidade psicossexual da criança, criando-lhe confusão. Qual é o menino que vai querer ser homem se ouve que os homens não prestam, que só fazem mal para as mulheres? E se esta mulher for a sua mãe? Normalmente, ninguém vai querer ser visto como um “homem mau”, “alguém sem valor”.Reconhecemos ainda que os papéis sociais do masculino e do feminino sofreram grandes mudanças nos últimos anos. Há pouco tempo víamos uma definição mais clara de “ser homem e ser mulher”. É certo que os padrões estabelecidos para estes papéis eram muito rígidos e se um rapaz não se enquadrasse no modelo social masculino era severamente desclassificado com relação ao seu papel sexual. Hoje em dia, há uma maior flexibilidade, porém acompanhada de indefinição do que seriam o papel masculino e o feminino. Como cita Sérgio Perazzo (1986), os papéis de homem e de mulher refletem sempre a existência de uma dinâmica social, individual e política, exigindo uma permanente formulação e um novo posicionamento. Pergunto: Já que há possibilidade de reformulação dos papéis masculino e feminino, por que não poderá haver mudança de homo para hétero?L. Cuschinir, em seus estudos dos “grupos de gênero” declara que o homem está em crise de identidade, pois todos os modelos de relacionamento não estão mais servindo e isto influencia o desenvolvimento emocional e psicológico do homem e da mulher. Surge a pergunta: O que é ser homem? O que é ser mulher nos dias de hoje? A verdade é que “os homens de hoje ainda têm que provar a toda hora para si mesmos, para as mulheres e para outros homens que ele é muito homem” (CUSCHINIR, L. 1992, p. 17).O feminismo gerou um grande movimento no mundo das mulheres, mas os homens não conseguiram acompanhar as mudanças e se encontram perdidos no seu papel masculino. As mulheres também se encontram insatisfeitas e isto repercute diretamente no seu papel sexual.Pessoas que vivenciam a homossexualidade/heterossexualidade apresentam conflitos nos dias atuais. O que “está” homossexual tem preferência afetiva por pessoas do mesmo sexo, podendo ser seguida de prática sexual ou não. O heterossexual prefere o sexo oposto, porém não sabe mais estabelecer relação com este. Os encontros são desejados, mas os desencontros são freqüentes.Uma vez que os papéis sociais, masculino e feminino, estejam em crise, conseqüentemente o papel sexual também estará. Quando aquele que está em conflito com o seu papel sexual já passou por experiência de abuso sexual na infância, teve uma maior identificação com a mãe ou figuras femininas da casa (comprometido por uma estrutura de ego frágil), além da figura omissa ou agressiva do pai, há fortes tendências para a instalação da homossexualidade.A preferência afetiva por pessoas do mesmo sexo é uma forma de pegar para si traços, qualidades, ou seja, aquilo que ficou faltando para a formação da sua identidade psicossexual.É muito comum existirem, entre as pessoas que apresentam orientação homossexual, vítimas de alguma forma de abuso sexual na infância em que o autor do abuso tenha sido alguém ligado afetivamente à criança. Esta experiência distorce a personalidade de quem foi abusado, criando marcas difíceis de serem superadas. A criança não tem maturidade física e nem emocional para suportar as emoções de uma relação sexual ou qualquer estimulação desta natureza.Este conjunto de vivências com suas marcas e impressões influenciam tanto o desenvolvimento emocional do ser humano quanto o seu papel sexual. No caso do homem que “está” homossexual, tais marcas criam dúvidas com relação a sua masculinidade. O que fazer, então? Como ajudar estas pessoas?A psicoterapia individual e/ou em grupo é importante para aquele que deseja resgatar a sua heterossexualidade, incluindo os grupos de apoio e mútua-ajuda. A psicoterapia psicodramática em grupo deixa a sua contribuição neste processo. No decorrer do trabalho a pessoa vai podendo reconhecer o seu eu, diferenciando-se do tu, podendo favorecer a sua reestruturação e contato com os seus aspectos masculinos ou femininos, conforme o seu sexo biológico. A percepção de que a sua condição não é única, que outras pessoas também passam por situações semelhantes, faz com que saia do centro do universo, que veja o outro e amadureça.No trabalho com pessoas que vivenciam a homossexualidade é preciso usar técnicas que facilitem o reconhecimento do eu e do tu, permitindo a sua diferenciação. Muitos não conseguem se reconhecerem como homens nem como mulheres, segundo o seu papel biológico. A maioria chega ao grupo indiferenciada. Nem sempre o crescimento emocional acompanha o fisiológico, sendo a imaturidade emocional uma característica marcante entre os que “estão” homossexuais. Eles podem até desempenhar normalmente seus papéis profissionais, mas no que se refere ao papel sexual só conseguem se relacionar com o igual por terem se fixado em fases remotas da infância.Nos casos observados, percebe-se que um dos motivos que levam um rapaz a se relacionar com outro é a procura de si mesmo - numa tentativa de responder à pergunta: Quem sou eu? É como se quisesse imprimir em si toda a masculinidade do outro com as relações homossexuais, além da proteção, da segurança, do carinho e da atenção que necessita da figura masculina - só que as experiências homossexuais não suprem as suas faltas, muito pelo contrário, podem viciar e se tornarem uma compulsão.À medida que o reconhecimento do eu vai sendo alcançado, bem como o reconhecimento do tu, a diferenciação do eu e do tu vai ficando cada vez mais marcante. O processo de maturidade vai sendo efetivado e a possibilidade da interação homem/mulher (eu diferente do tu) se torna possível.As marcas ou rótulos do passado vão sendo superados à medida que as “máscaras” forem caindo, ou seja, forem ficando mais claros para a pessoa os motivos que fizeram com que o papel homossexual se cristalizasse. O rótulo “gay” ou “homossexual” mascara a realidade e impede a pessoa de ser vista internamente.As pessoas chegam ao GA confusas e envolvidas pelo “rótulo de homossexuais”, acreditando que realmente são o que o rótulo representa; não conseguem ter uma percepção clara da sua realidade interior.As técnicas psicodramáticas levam à transformação. As mudanças vão sendo percebidas quando as máscaras vão desaparecendo e a pessoa vai podendo ser ela mesma, criada à imagem e semelhança de Deus, homem e mulher. Um grupo terapêutico poderá ajudar a pessoa a retirar o rótulo “homossexual” e as máscaras também não terão razão de existir.Moreno coloca o papel como forma de funcionamento de uma pessoa com relação à outra. Sendo assim, os papéis podem mudar e o resgate da heterossexualidade fica possível. Não de forma mágica, mas num processo em que a pessoa vai reconhecendo em si, a cada dia, os seus aspectos heterossexuais.Naffah Neto (1979, p.199) afirma que “é o indivíduo espontâneo-criativo capaz de retornar aos Papéis Sociais cristalizados e fixos que circunscrever e recriá-los na vivência das próprias relações em que se vê lançado”.O resgate da heterossexualidade é possível no convívio com um grupo em que aquele que está vivenciando a homossexualidade é aceito e respeitado, podendo confiar suas intimidades sem o risco de chacotas, sem ser exposto e sem que as suas confidências sejam usadas para acusação ou agressão mais tarde. A pessoa precisa de um espaço confiável e respeitoso. É importante também o convívio com aqueles que já experimentaram a mudança de homo para hétero, isto é, deixaram a homossexualidade e desenvolveram a heterossexualidade, bem como com heterossexuais que possam abraçá-lo e aceitá-lo, numa descoberta de que é possível um homem ser afetivo com outro sem que exista atração sexual entre eles.Um grupo terapêutico com pessoas de ambos os sexos ajuda aquele que “está” homossexual a reconstruir as suas relações. A percepção adequada do eu, do tu, do ele e do nós o ajuda a reconstruir o seu papel sexual, facilitando o despertar da sua inclinação afetiva para o sexo oposto e, conseqüentemente, o desejo (atração, orientação) sexual, também.Da mesma forma que a aprendizagem dos papéis que levam à homossexualidade acontece através dos vínculos estabelecidos nas relações com os tus e objetos ao longo da vida do indivíduo, o papel heterossexual poderá ser desenvolvido na relação com os tus e objetos que ajudarão o indivíduo a desenvolver este novo papel. Podemos chamar novos tus e objetos de grupo terapêutico ou de grupo de ajuda mútua.Assim, tanto os apoiados do GA e demais instituições de apoio como muitos dos que comparecem aos nossos consultórios vêm com uma máscara de homossexual, procuram o terapeuta para que sejam ajudados a retirá-la e pedem para serem confirmados como heterossexuais. No fundo sabem que a sua inclinação (orientação) é heterossexual, mas por alguns motivos desempenham o papel homossexual.Sempre cabe a lembrança da afirmação de Sérgio Perazzo (1986, p.99):“É anular a existência pensar em papel desenvolvido no sentido de acabado. Os papéis ligados à sexualidade, como qualquer papel, sempre poderão se desenvolver.”Referências Bibliográficas:Bermúdez, J. G. - Introdução ao Psicodrama. São Paulo, Mestre Jou, 1980.Bustos, D. - Perigo ... Amor à Vista! São Paulo, Aleph, 1990.Carvalho, E. R. S. de - Homossexualismo: Abordagens Cristãs. Brasília, Eirene do Brasil, 1989.Castilho, L. N. - Homossexualidade. São Paulo, ABU, 1989.Cuschinir, L. - Masculino, Feminino. Rio de Janeiro, Rosa dos Tempos, 1992.Fonseca Filho, J. S. - Psicodrama da Loucura. São Paulo, Ágora, 1988.Gonçalves, C. S. - Lições de Psicodrama. São Paulo, Ágora, 1988.Martín, E. G. - J L Moreno: Psicologia do Encontro. São Paulo, Duas Cidades, 1984.Moreno, J. L. - Psicodrama, São Paulo, Cultrix, 1987.__________ - As Palavras do Pai, Campinas, São Paulo, PSY, 1992.__________ - Quem Sobreviverá? Fundamentos da Sociometria, Psicoterapia de Grupo e Sociodrama. Goiânia, Dimensão, 1992.Naffah Neto, A. - Psicodrama - Descolonizando o Imaginário. São Paulo, Brasiliense, 1979.__________ - Paixões e Questões de um Terapeuta, São Paulo, Ágora, 1989.Perazzo, S. - Descansem em Paz os Nossos Mortos Dentro de Mim. São Paulo, Francisco Alves, 1986.Soeiro, A. C. - Psicodrama e Psicoterapia. São Paulo, Natura, 1976.OBS. Este artigo foi publicado no Boletim de Psicoteologia do CPPC-Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos, Ano IX, nº, 2º Semestre de 1996. Revisto em julho de de 2006.
Posted by Rozangela Justino at 8:27 PM
“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo
“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo
Governo Lula usará “pesquisa” para elaborar novas políticas governamentais para combater a “homofobia” de 99% dos brasileiros
Julio Severo
De acordo com reportagem do jornal O Globo de 7 de fevereiro de 2009: “Só 1% dos brasileiros maiores de 16 anos não têm preconceito contra homossexuais”. O que essa “pesquisa” quer dizer? Que só 1% dos brasileiros não mata homossexuais? Que só 1% dos brasileiros não agride homossexuais?
Já que o termo “preconceito” muitas vezes é interpretado como abrangendo palavras e opiniões contrárias ao homossexualismo, quais as implicações dessa “pesquisa”?
A “pesquisa” foi realizada pelas fundações socialistas Perseu Abramo e Rosa Luxemburgo, que fizeram o levantamento de quantos brasileiros não aceitam o homossexualismo. A fundação Perseu Abramo tem ligação com o PT.
Usando o eco ideológico dessas fundações, o governo Lula agora utilizará os resultados dessa “pesquisa” para elaborar políticas mais enérgicas de combate à “homofobia”. A “pesquisa” apontou, nas próprias palavras de O Globo, que “a cada três dias de 2008, houve pelo menos um crime de ódio por orientação sexual no país, segundo o programa federal Brasil Sem Homofobia”.
Ocorrem no Brasil crimes contra quem pratica o homossexualismo? Claro que sim. Afirmando que a maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)
Qualquer cidadão brasileiro, seja homossexual ou não, que se expõe em ambientes de drogas e prostituições corre sério risco de sofrer agressões e morte.
Mas assassinato, seja de quem for, não é nenhuma novidade no Brasil hiper-violento. Nos últimos 25 anos, enquanto 800 mil brasileiros foram assassinados, somente 2 mil homossexuais tiveram o mesmo destino, de acordo com o Grupo Gay da Bahia,
Contudo, a “pesquisa” não citou diretamente assassinatos de homossexuais, mas só “crimes”. Enquanto a cada três dias são assassinados 414 brasileiros — sem mencionar outros crimes —, a cada três dias 1 crime é cometido contra homossexuais.
Não, o governo Lula não está olhando para o número elevadíssimo de 414 assassinatos. Seus olhos estão nesse 1 crime contra homossexuais a cada três dias. Esse 1 crime pode ser qualquer “crime” — até mesmo a contrariedade típica e normal das pessoas a dois homens se beijando descaradamente em público.
Os olhos do governo Lula estão também no “preconceito” de 99% dos brasileiros. Erradicar a “intolerância” contra o homossexualismo, por mínima que seja, é muito mais importante do que trabalhar para literalmente salvar a vida de 50 mil brasileiros que são assassinados anualmente no Brasil hiper-violento.
Tanta violência no Brasil nem é de admirar. A vida perdeu o valor sob um governo que, em vez de proteger seus cidadãos, trabalha para legalizar o aborto e sacralizar o homossexualismo.
O que é de admirar é como uma população que é 99% contra o homossexualismo aceita de forma passiva e calada que um governo 100% a favor do homossexualismo eleve as práticas homossexuais a nível de sacralidade inviolável enquanto rebaixa 99% da população à categoria de “ralé ignorante” que deve ser sumariamente condenada a políticas estatais de reeducação.
Tal empreendimento socialista exige, como sempre, apoio da mídia comprada. Ninguém melhor do que a grande mídia brasileira para ajudar o governo a reeducar 99% da população. De acordo a BBC de Londres, as novelas da TV Globo — ligada ao jornal O Globo — aumentaram o número de divórcios no Brasil nos últimos 40 anos. Dá agora para aumentar o número de pessoas que aceitam o homossexualismo?
Com a ajuda da Globo e outros canais de TV liberais, o povo “ignorante” será reeducado a ver o homossexualismo conforme as tendências politicamente corretas. Sem mencionar que, usando as escolas públicas e outros meios, o programa federal “Brasil Sem Homofobia” não medirá esforços para eliminar o “preconceito” dos cidadãos brasileiros.
Enquanto o Ministério da Saúde gasta literalmente milhões em lubrificantes para que homossexuais se ocupem e se distraíam em suas relações anais, 99% da população ficarão “ocupados” sendo caçados e reeducados por causa de seu “preconceito”.
Esse “preconceito”, conforme o governo Lula e a mídia comprada definem, abrange qualquer opinião contrária ao homossexualismo. Não importa o que 99% da população pensem, não importa o que 99% dos cristãos creiam — o programa “Brasil Sem Homofobia” está determinado a “curá-los”, conforme as próprias palavras de Lula, de sua “doença perversa”.
Graças ao socialismo, o Brasil está hoje enfrentando uma ditadura ideológica monumental, onde 1% da população está determinada a impor sobre 99% não só censura às suas convicções e opiniões, mas também perseguição legal.
Alguém, muito sabiamente, disse:
“No passado, o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como comportamento normal. Vou sair do Brasil antes que passe a ser obrigatório”.
Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados
Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados
Matthew Cullinan Hoffman
BRASÍLIA, 13 de fevereiro de 2009 (LifeSiteNews.com) — O governo brasileiro determinou que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e portanto precisam ser reeducados, de acordo com o jornal O Globo.
Os resultados são de um estudo que testou o nível de “homofobia” da população, perguntando às pessoas que comentassem acerca de tais declarações como “Deus fez o homem e a mulher com sexos diferentes para que cumpram seu papel e tenham filhos”. Os 92% de brasileiros que concordaram parcial ou completamente com essa declaração foram rotulados de “homofóbicos”.
Outra pergunta no teste de “homofobia” foi: “A homossexualidade é um pecado contra as leis de Deus”. Cinquenta e oito por cento dos brasileiros concordaram.
Aqueles que concordaram parcial ou completamente que “A homossexualidade é uma doença que tem de ser tratada” (41%) foram também rotulados de “homofóbicos”, assim como aqueles que objetaram a beijos e abraços de homossexuais em público (64%).
De acordo com o jornal O Globo, o governo federal do Brasil usará os dados para “planejar novas políticas, e alerta que já detectou um desdobramento sombrio de tanto preconceito: a intolerância.” O estudo foi realizado por uma organização ligada ao Partido dos Trabalhadores, que atualmente ocupa o poder executivo e predomina no poder legislativo.
“Não há como [o governo] não se envolver, porque a intolerância tem se manifestado em crimes, inclusive cometidos por agentes de Estado”, disse Paulo Biagi, coordenador do Brasil Sem Homofobia, programa oficial do governo Lula.
Biagi diz que o governo agora começará a “rearticular” a defesa de seu projeto de lei “anti-homofobia”, que tornará crime criticar a conduta homossexual no Brasil.
Além disso, o governo estará lançando o Plano Nacional de Promoção da Cidadania LGBT em maio. O governo também iniciará, juntamente com dez outros países latino-americanos, uma campanha televisiva para combater a “homofobia”.
“O que é de admirar é como uma população que é 99% contra o homossexualismo aceita de forma passiva e calada que um governo 100% a favor do homossexualismo eleve as práticas homossexuais a nível de sacralidade inviolável”, escreveu o ativista pró-família Julio Severo em seu blog Last Days Watchman, “enquanto rebaixa 99% da população à categoria de ‘ralé ignorante’ que deve ser sumariamente condenada a políticas estatais de reeducação”.
Links relacionados:
“Study” in the Brazilian newspaper O Globo: 99% Brazilians do not accept homosexuality
http://lastdayswatchman.blogspot.com/2009/02/study-in-brazilian-newspaper-o-globo-99.html
“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo
http://juliosevero.blogspot.com/2009/02/pesquisa-no-jornal-o-globo-indica-99.html
Cobertura relacionada em inglês em LifeSiteNews:
Brazilian President: Opposition to Homosexuality is a “Perverse Disease”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jun/08060904.html
Brazilian Government Punishes Dissenters of Pro-Homosexuality Policy
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/mar/08032702.html
Brazilian Homosexuals File “Hate” Charges Against Brazilian Christians
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/nov/07112805.html
Brazil Attacks Against Family Defenders Backed by Pro-Homosexual Regime of Nation’s President
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/jul/07073108.html