terça-feira, 14 de setembro de 2010

Os evangélicos e o governo do PT comandado por Lula


Pastor Jonathan, do Vale da Bênção

O forte apoio que evangélicos estão dando ao governo petista, faz lembrar o que aconteceu na Alemanha sob o governo de Hitler. A História é uma mestra sábia. Contudo, muitos não conhecem os fatos da História. Outros, bem instruídos, preferem “esquecer” a História.

Adolf Hitler tornou-se presidente da Alemanha a partir de 1933, pelo voto popular. Ele liderava o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista da Alemanha.

A ideologia do Nazismo começou a influenciar o Cristianismo naquele mesmo ano. No mês seguinte à sua eleição (março de 1933), em seu discurso espalhafatoso, demagógico, populista, Hitler fez uma promessa: “Os direitos das igrejas não serão atingidos”. Entretanto, cinco meses depois ele declarou. “A unidade dos alemães deve ser garantida por uma nova concepção do mundo, pois o Cristianismo, sob a forma atual, não está à altura das exigências”.

Era evidente a depreciação do Cristianismo como doutrina de Cristo. Apesar disso, o Conselho Superior da Igreja Evangélica, formada de luteranos e reformados, fez opção por colaborar com o Movimento Hitleriano. Então é iniciado o processo para criar um “cristo à imagem e semelhança das idéias hitlerianas”.

O Sínodo de Browne, na Saxônia, em 1933, comprometeu-se com o “novo cristo”, que iria fornecer um conteúdo teológico para um novo tempo e para uma nova comunidade. As igrejas evangélicas alemãs se adaptaram ao ideal hitleriano e procuravam justificar o regime emergente através do Movimento dos Cristãos Alemães. Tudo para agradar Hitler e outros líderes do regime, como Rosemberg. Até exprimiram a “alegria da igreja alemã em participar da formação de uma nação e do sentimento patriótico”.

Hitler era naquele momento o “salvador” dos alemães. O Pastor Juiu Leutherser estava muito animado. Era o dia 30 de agosto de 1933. Suas declarações: “Deus veio a nós por intermédio de Hitler”. “Temos apenas uma missão: sermos alemães e não cristãos” (A Cruz de Hitler, de Erwin Lutzer, Editora Vida, pg 127).

A declaração do grupo Cristãos Alemães, em 1934, era também totalmente favorável ao novo governo: “Adolf Hitler é nosso líder e salvador em nossa difícil situação. De corpo e alma estamos obrigados e dedicados ao estado alemão e ao seu Presidente. Essa servidão e obrigação contém para nós, cristãos evangélicos, seu significado mais profundo e santo” (Introdução à Teologia Sistemática, Millard Erckson, Vida Nova, pág. 177).

Naqueles anos a Alemanha experimentou um período áureo de progresso. Hitler e seus companheiros aproveitaram a boa maré. A economia alemã teve sucesso após sucesso. Havia muito dinheiro. Todo mundo estava super feliz com o novo governo. E é sabido que a popularidade de um governo cresce na proporção direta do bom desempenho econômico do país. Se o povo consegue casas, veículos, comida, roupa nova, possibilidade de fazer turismo, esse governo se tornará altamente popular. Não importa sua ideologia. Mesmo em um país considerado cristão, como o Brasil, não importa o que a cúpula governamental crê sobre a Bíblia, Jesus Cristo, Doutrina Cristã. Afinal de contas, se temos o céu na terra, por que se preocupar com Jesus e o seu Reino?

Mas Hitler não queria somente ser o “salvador” da Alemanha. Ele queria ser o “messias” para o mundo todo. Por isto, preparou um grande exército, gastou muito dinheiro com armas poderosas de guerra, e começou a invadir e dominar os países vizinhos. Em decorrência disso, em 1939 o mundo todo sofria com o início da Segunda Guerra Mundial.

Na sua loucura, Hitler precisou destruir os judeus para se tornar o messias. E, então, naqueles próximos anos seis milhões de judeus foram trucidados pelo nazismo de Hitler. Pastores foram presos. Alguns morreram. Os evangélicos alemães foram terrivelmente afetados pela aventura do pseudo-messias. E em 1945, quando terminou a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha estava arrasada e dominada por quatro países: Estados Unidos, Rússia, Inglaterra e França. O messianismo de Hitler durou pouco. Mesmo assim conseguiu fazer muitos estragos.

Impressionante as coincidências entre a Alemanha daquele período e o Brasil destes últimos oito anos. O partido que está no poder é liderado por pessoas cuja formação é o Marxismo ateu. É verdade que alguns dentre eles finjem ser cristãos. Até usam expressões cristãs como “graças a Deus”. Pura demagogia.

O Marxismo é uma filosofia política que se firma no ateísmo. O berço do Marxismo foi a Rússia, onde o governo marxista apregoava que a religião é o ópio do povo. Para se firmar, o governo inspirado no Marxismo tem que acabar com a liberdade de imprensa, amordaçar o Cristianismo e solapar o Legislativo e o Judiciário. Coisas que os que têm olhos para ver têm visto neste governo. Senão de fato, mas pelo menos tentativas.

O que dizer das propostas encaminhadas pelos líderes do PT com relação ao aborto, ao homossexualismo, ao casamento de pessoas do mesmo sexo oficializado pelo poder público, e tantas outras aberrações? O PT fechou questão sobre esses projetos. Estar ligado ao PT significa ter de votar com o partido nesses assuntos. Se discordar é expulso da agremiação.

Mesmo assim, tantos líderes evangélicos têm dado apoio incondicional a esse governo. Por que esses líderes evangélicos querem que o atual partido se perpetue no governo? Que interesses estão por trás desse apoio? É a História se repetindo? Esses líderes, tão embriagados com o sucesso econômico no Brasil, não conseguem perceber que podemos ver repetida a tragédia que o Cristianismo teve de enfrentar na Alemanha de Hitler? Será que no meio do povo que é liderado por esses pastores, não há ninguém com coragem para se levantar e mostrar-lhes que estão indo por um caminho muito perigoso?








sábado, 24 de julho de 2010

Blog do Waldeir: JESUS E MADALENA

Blog do Waldeir: JESUS E MADALENA: "Dono de popularidade alta e discurso baixo, Lula está mais inflado que os balões de Santos Dumont. Agora, deu para se comparar com personag..."

quarta-feira, 17 de março de 2010

O que não é conservadorismo: CAPC, Libertários e Ron Paul

O que não é conservadorismo: CAPC, Libertários e Ron Paul
Don Feder
Não vou tratar do espetáculo de aberrações libertárias que a Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC) se tornou. (“Olha a senhora barbuda promovendo gays nas forças armadas e conduzindo a guerra contra o terrorismo do jeito que os franceses lutaram na 2ª Guerra Mundial.”)
Minha intenção não é condenar o parlamentar Ron Paul — que representa para o debate político sério o que uma comédia de televisão representa para uma pesquisa filosófica.
Não vou também abordar as tentativas de Grover Norquist de tornar o movimento conservador amistoso para com a guerra santa dos islâmicos. Norquist — que é membro da diretoria da União Conservadora Americana, a organização que criou a CAPC — é padrinho do Instituto de Mercado Livre Islâmico, que no passado era um dos patrocinadores da CAPC. (Será que eles cortam nossos impostos antes ou depois de cortar nossa cabeça?)
Meu propósito é usar esses exemplos para mostrar a ignorância e a ilusão generalizada com relação a uma palavra — e é uma palavra cuja compreensão correta é essencial para a sobrevivência dos EUA — conservador.
Só o conservadorismo poderá fazer com que os EUA recuem do abismo iminente: o pesadelo do socialismo, do entreguismo, do multiculturalismo, da ciência fraudulenta e da sodomia como liberdade civil — sodomia na qual o atual presidente dos EUA está determinado a nos atirar.
Mas as imitações de conservadores que entram na batalha armados com as teorias da esquerda não conseguirão conservar nada. A CAPC de 2010 mostra a desesperança do conservadorismo de lanchonete (pegue um pouco disso e um pouco daquilo e deixe de fora o que você não quer).
GOProud, um grupo de republicanos homossexuais, se orgulhou de ser um dos patrocinadores da CAPC neste ano. Como é que um conservadorismo baseado na lei natural pode acolher atos antinaturais em seu meio?
GOProud é prova viva de quantos jovens “conservadores” se deixarão seduzir por qualquer coisa que venha embrulhada no slogan da liberdade. Mas a liberdade não é um valor absoluto. (Aqueles que não conseguem imaginar nenhum valor mais elevado estão com sérios problemas de falta de imaginação.) Deixando isso de lado, os ativistas da liberação homossexual buscam poder sobre o resto de nós.
A essência da agenda gay é a participação forçada, ridicularizando a soberania popular.
Só dá para se concretizar a tentativa de desconstruir o casamento por meio de juízes ideológicos. Atualmente, 41 estados definem o casamento como a união de um homem e uma mulher — a maioria dessas leis foi decidida pelo voto do povo. O tão chamado casamento gay é uma tentativa da elite de alterar de forma radical uma instituição que é fundamento da sociedade e ao mesmo tempo ignorar os desejos expressos de maiorias esmagadoras.
A essência dos direitos gays é doutrinar nossos filhos em condutas que fariam um médico especialista em doenças do ânus ficar engasgado. Sua essência é criminalizar opiniões divergentes por meio de leis de crimes de ódio e leis limitando o que pode e não poder ser dito. É uma agressão frontal à liberdade de expressão e à liberdade religiosa. É liberdade só no sentido de que matar bebês em gestação é direito de escolher.
Por falar em atos antinaturais, Ron Paul venceu a eleição presidencial informal da CAPC, com 31% dos votos. Sem dúvida, só um quarto dos estimados 10.000 participantes votaram. Contudo, Paul foi o favorito indiscutível daqueles que se importaram o bastante para votar. Seus lacaios — lésbicas e prostitutas nazistas sequestradas por alienígenas e forçadas a falar sobre abolir o governo federal — estavam em toda parte.
Ron (que é conhecido por dizer que quem provocou o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 foram os próprios Estados Unidos) — agora há um modelo para os conservadores jovens imitarem. O parlamentar de uma remotíssima galáxia crê que a legalização da heroína, cocaína e prostituição é coerente com os princípios da fundação dos EUA, conforme ele explicou numa entrevista para John Stossel da TV ABC.
Paul, que é uma espécie de Jeremiah Wright com deficiência de melanina, crê que o ataque ao World Trade Center foi uma consequência negativa das políticas americanas no Oriente Médio. Como é que ousamos negar aos islâmicos sua rica herança — matar infiéis, escravizar mulheres e propagar sua religião por meio da espada?
Paul também crê que Israel criou o Hamas, e que a Guerra Fria foi um conflito desnecessário alimentado pela paranóia. Falta-lhe ainda dizer se foi Winston Churchill quem inventou a blitzkrieg.
Fico aqui imaginando o que foi que os EUA fizeram para incitar os muçulmanos a conquistar Constantinopla em 1453, a ocupar a Grécia e os Bálcãs, a subjugar a Espanha por quase 500 anos, a perseguir cristãos coptas e outras minorias religiosas e a promover massacres de judeus que varreram a Palestina nas décadas de 1920 e 1930. Mas tenho certeza de que Paul conseguiria nos dar um resumo.
Desde seu início no sétimo século, o islamismo tem sido a versão árabe das máfias de assassinos profissionais — mas sempre há os infiéis úteis prontos para jogar sobre os EUA a culpa de todos os atos islâmicos de livre expressão.
A conferência da CAPC incluiu também vozes de criaturas humanas que não padeciam de apatia e paralisia cerebral. Marco Rubio, candidato ao Senado da Flórida, observou de forma convincente: “Permitam-me ser claro acerca de algo. Esses terroristas não estão tentando nos matar porque os ofendemos. Eles nos atacam porque querem impor sua visão do mundo em tantas pessoas quantas puderem, e os EUA estão no caminho deles”. Os americanos que estão no caminho deles se chamam conservadores.
Então, o que é um conservador? Você não achará a resposta na conferência da CAPC de 2010, que teve uma reunião intitulada “Mentiram para você: Por que os conservadores genuínos são contra a guerra contra o terrorismo”. (Isso faria de Michael Moore, George Soros e Cindy Sheehan conservadores genuínos.) Outro debate de grande “interesse” foi anunciado como — “A segurança (como na segurança nacional) leva a melhor sobre a liberdade?” (Mas como é que dá para se ter liberdade sem segurança?) — e apresentou Bob Barr, ex-parlamentar e atual simpatizante da organização esquerdista ACLU.
Vamos começar explicando o que não é um conservador:
* Um conservador não é um libertário. Um conservador valoriza a liberdade (liberdade individual); um libertário presta culto a ela como se fosse uma divindade. O único valor político que o libertário reconhece é a liberdade. O libertário é o utopista da direita. A utopia da esquerda é um governo que inclui tudo. A utopia do libertário é um governo que não existe — ou quase isso. A esquerda crê que as pessoas são anjos corrompidos pelo capitalismo. O libertário crê que as pessoas são anjos corrompidos pelo Estado. O conservador crê que os seres humanos são imperfeitos — daí, são corruptíveis.
* Um conservador não é um embriagado de direitos. Ele crê em direitos sob o equilíbrio de responsabilidades. Ele sabe que o conceito de direitos sofre muitos abusos — por exemplo, o direito de uma mulher matar seu bebê em gestação, o direito de homossexuais servirem assumidamente nas forças armadas. Quando foi que o serviço militar se tornou um direito, em vez de um dever? Um cidadão idoso tem o direito de se alistar nos fuzileiros navais?
* Os conservadores e esquerdistas crêem em direitos, mas aplicam esse conceito de forma diferente. Os conservadores querem que você tenha o direito de criar e educar seus filhos, cuidar de seu negócio, expressar suas opiniões e dispor da maior parte de sua renda. A esquerda quer lhe dar o direito de cometer suicídio, usar drogas (o que na essência é a mesma coisa) e pegar uma doença de uma prostituta. Os direitos defendidos pelos conservadores apelam de forma absoluta para a maior parte da população. Os valores defendidos pelos esquerdistas apelam de modo geral para os viciados, os Tiger Woods e aqueles que estão em busca de uma escapatória da própria existência.
* Um conservador não é reflexivamente anti-governo — ele não odeia o governo. Um conservador crê que o governo é necessário. Limitado às suas devidas funções, o governo não é um mal necessário, mas um bem inegável. Quem dirá que foi errado o governo federal lutar para libertar os escravos — ou que foi errado os EUA destruírem a Alemanha nazista e acabarem com o Holocausto? Somente quando ultrapassa suas devidas funções, o governo se torna aquilo que foi criado para coibir — assassinato, roubo e outras formas de agressão.
* No entanto, um conservador é cético com relação ao governo em sua formação atual. Quando uma república se torna um regime — quando confisca 40% dos ganhos da nação, quando regulamenta os empreendimentos comerciais ao mínimo detalhe, quando estatiza indústrias inteiras com a desculpa de salvá-las, quando aleija a produtividade para deter um mito (aquecimento global), quando hipoteca o futuro para comprar votos no presente, quando a redistribuição de riquezas substitui os valores originais dos EUA?
* Um conservador não diz: “Sou conservador nas questões econômicas, mas nas questões sociais sou moderado”. Um conservador aplica princípios fundamentais de forma coerente. Ele entende que um político que não quer defender os bebês em gestação, o casamento ou a família acabará traindo o livre mercado e o governo limitado também — daí, esse é o motivo por que o senador Arlen Specter abandonou o Partido Republicano e passou para o Partido Democrata.
* Um conservador não presta culto aos indicadores da Bolsa de Valores. Ele compreende que a liberdade e o livre mercado dependem de um alicerce moral — que não dá para se sustentar uma economia saudável sem famílias saudáveis.
* Um conservador não é nem isolacionista nem intervencionista. Ele não anseia aventuras militares nem evita ações militares limitadas hoje para prevenir uma guerra de escala total no futuro. Um conservador crê no uso de força militar quando necessário, em busca dos justos interesses nacionais dos EUA.
* Um conservador não é John McCain, que traiu a direita regularmente durante 20 anos para ganhar os aplausos da grande imprensa, que o honrava com o elogio de “político independente”. Outros que também não são conservadores são Pat Buchanan (que acha que o Terceiro Reich foi mal entendido), Ron Paul, Newt Gingrich (que crê que um conservador tem de ter fé cega e aprovar automaticamente toda besteira que o Partido Republicano oferece para cargos públicos), o falecido William F. Buckley Jr. (que se escondeu atrás de um labirinto de afirmações a fim de evitar assumir posições que pudessem indispô-lo com seus amigos da elite) e David Brooks (o conservador criado na estufa do jornal esquerdista The New York Times) cujas colunas sobre Obama durante a campanha de 2008 pareciam anotações de flerte de uma fã na época do cio.
Ao explicar o autêntico conservadorismo, minha experiência é de certa forma mais ampla e profunda do que da maioria dos apresentadores de programas de entrevistas ou palestrantes da CAPC.
Uni-me a um grupo de estudantes que faziam campanha eleitoral para o candidato presidencial Goldwater em 1963. Fui líder da organização Jovens Americanos pela Liberdade quando era a única oposição eficaz contra a Nova Esquerda, um movimento político radical ativo nas universidades. De 1966 a 1972, lutei contra infames selvagens na Universidade de Boston.
De 1976 a 1979, fui o primeiro diretor executivo da organização Cidadãos em favor de Impostos Limitados, a filial em Massachusetts do movimento nacional de revolta contra os impostos. Fui diretor executivo da Fundação da Segunda Emenda por dois anos, e colunista do jornal Boston Herald por quase duas décadas (1983-2002). Estou atualmente lutando a guerra em muitas frentes, inclusive como escritor independente e diretor de comunicações do Congresso Mundial de Famílias.
Contudo, só comecei a compreender o conservadorismo depois de ler os livros “The Conservative Mind” (A Mente Conservadora), de Russell Kirk, e “Witness” (A Testemunha), de Whittaker Chambers, no final da década de 1970. Conforme explicou Kirk, diferente do liberalismo (que se transformou em esquerdismo), o conservadorismo não é um dogma, mas uma filosofia prática baseada num conjunto de princípios.
* Um conservador defende o governo constitucional. Ao interpretar a Constituição, ele crê na intenção original dos fundadores dos EUA, e abomina juízes que usam a Constituição como desculpa para remodelar a sociedade. O conservador crê que a Constituição dos EUA é o melhor método já idealizado para governar um povo livre. Ele também compreende que o espírito da Constituição tem como base a grandeza da civilização ocidental — que a Constituição é baseada nas experiências políticas da humanidade durante mais de dois milênios, começando de Jerusalém e passando por Atenas, Roma e Londres. Essas são as lições que a História pede que aprendamos.
* Um conservador sabe que a civilização ocidental tem como fundamento a fé. Tentar divorciar o conservadorismo da Bíblia é como tentar respirar sem ar.
* Um conservador compreende que cada geração não confronta um mundo criado de novo, mas em vez disso o mesmo velho mundo vestido nos modismos da hora. Excetuando os progressos tecnológicos e a rotação da sociedade de uma moda à outra, o mundo não muda, pois a humanidade não muda. A sabedoria de nossos ancestrais é o melhor guia para os que estão confusos.
* Um conservador celebra os EUA — sua história, herança e heróis. Ele é um patriota, não um nacionalista. Nacionalismo é lealdade cega que muitas vezes acaba em extremismo. O patriotismo é uma opinião consciente. Para os americanos, é reconhecer nossa grandeza nacional — que durante os 234 anos passados, os EUA têm sido um refúgio para seu povo e uma bênção para a humanidade.
* Um conservador defende nossa soberania, nossa língua e nossa cultura. Isso faz dele um defensor da segurança nas fronteiras e da língua inglesa, e um oponente do multiculturalismo, bilingüismo e políticas de identidade.
* O conservadorismo tem três colunas de sustentação — fé, família e liberdade. Tire qualquer uma e a estrutura se desmorona. A fé legitima a família ao baseá-la na eternidade. A família ensina as lições morais que possibilitam uma sociedade livre. Combinada com integridade moral, a liberdade cria o clima em que a fé e a família poderão florescer.
* O conservador não é um escapista, que evita enfrentar a situações desconfortáveis ou difíceis. Ele entende que há forças poderosas atuando no mundo — forças que desprezam o modo de vida americano e querem destruí-lo. Entre as maiores glórias dos EUA está que os EUA confrontaram e venceram tais ameaças duas vezes no século XX — ao vencerem o nazismo na 2ª Guerra Mundial e o comunismo na Guerra Fria. Agora, a ameaça é um islamismo expansionista cujas armas são o terrorismo e a subversão. O conservador entende que manter os EUA livres exige vigilância e sacrifício.
* Um conservador crê que a cultura é importante — que os meios de comunicação (notícia e entretenimento) e a educação informam as percepções, principalmente dos jovens. Quem controla a cultura controla o futuro. A grande tragédia dos séculos XX e XXI é que, embora a direita tenha ganhado vitórias políticas, a esquerda ganhou vitórias culturais que raramente dá para se reverter — se é que isso é possível.
* Um conservador crê na sociedade moralmente integra tanto quanto na sociedade livre — que sem integridade moral, os EUA não conseguirão permanecer firmes. Os fundadores dos EUA criam que as pessoas que são escravas de suas paixões carnais não demorarão em se tornar escravas dos outros.
* Um conservador despreza a veneração à igualdade, que sustenta que tudo é tão bom quanto tudo o mais (com a exceção dos brancos do sexo masculino) — que nenhum código moral, estilo de vida, sistema econômico ou político ou religião é melhor do que qualquer outra. Dá para se ver a estupidez dessa doutrina quando apresentamos as seguintes perguntas aos seus adeptos: Onde é que você preferiria passar os próximos cinco anos de sua vida — num arranha-céu de Manhattan, numa aldeia de Ruanda, num barraco em Gaza ou num campo de trabalhos forçados na Coreia do Norte? Quem você gostaria de ter como vizinho: um judeu religioso, um católico tradicional, um evangélico conservador, um satanista ou um muçulmano xiita?
* Um conservador confronta a realidade. Ele vê o mundo não como ele deseja que fosse, mas como é. Isso o diferencia do liberal/esquerdista e do libertário. A esquerda confronta a realidade do jeito que Neville Chamberlain confrontou Hitler em Munique, do jeito que Jimmy Carter confrontou o imperialismo soviético durante sua presidência lamentável e do jeito que Barack Obama confronta o desemprego elevado e os mega-déficits. Os escapistas agem como o avestruz: pegam a cabeça e enfiam na areia.
Com a exceção de algumas palestras magníficas de gente como Ann Coulter, Jim DeMint e Glenn Beck, a realidade não foi bem vinda na Conferência de Ação Política Conservadora de 2010. Anualmente, aumenta o número de pessoas que vão à conferência da CAPC, a União Conservadora Americana se beneficia do lucrativo negócio e o significado de tudo vai se perdendo cada vez mais. Não seria tão ruim se mudassem o nome para Conferência de Ação Libertária, Isolacionista, Islâmica e Homoerótica e Dia de Agradecimento ao Ativista Homossexual Harvey Milk.
Don Feder era colunista do jornal Boston Herald e agora é consultor na área de política e comunicação. Ele também mantém seu próprio site: www.donfeder.com
Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: GrassTopsUSA

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ritual de Magia Negra - Livro Denuncia Crimes Satânicos no Brasil e no Mundo

Ritual de Magia Negra - Livro Denuncia Crimes Satânicos no Brasil e no Mundo




Autor: Oxigenio records

No dia 08 de setembro de 2009 a Editora Naós lançou o livro Crimes Satânicos - Eles mataram em nome do diabo.

O livro além de denunciar o rapto organizado de pessoas com objetivo serem sacrificadas em rituais de magia negra dentro e fora do Brasil, apresenta casos que vêm acontecendo em todo o mundo.

Os crimes descritos nesse livro são de extrema violência e demonstram a urgencia em serem expostos para que a sociedade se mobilize contra essas práticas ocultas em nosso mundo.

O livro também fala da relação entre Serial Killers e cultos satânicos; cita casos famosos como Charles Manson, Richard Ramirez, David Berkowitz, Henry Lee Lucas, Ottis Tole, Condessa Bathory, Richard Ramirez, entre outros.

Entrevista com Léo Montenegro concedida á Gabi do Portal Momento Literário

1 - Quando você começou a investigação e qual foi a principal motivação que o levou a escrever o livro?

R: Tive acesso as fotos da cena do crime de um ritual satânico envolvendo a morte de criança de cerca de 2 ou 3 anos de idade. Ela foi sacrificada pela própria mãe em uma ritual de magia negra e teve seu coração arrancado e em seguida foi decapitada. Isso me motivou á denunciar esses crimes que estão acontecendo em todo o mundo. Não fazemos idéia do quanto isso é real, pois, a mídia não noticía esses crimes por duas razões:

1- Esses crimes possuem requintes de crueldade extrema á ponto de deixar muitas pessoas em estado de choque.

2- O envolvimento de pessoas influentes da sociedade que estão envolvidas no rapto e morte dessas pessoas.

Crimes Satânicos é em primeiro lugar uma denúncia.

2 - Durante as investigações o que mais lhe chamou atenção dentro do assunto?

R: Foram dois anos para concluir o livro Crimes Satânicos e o que mais me assustou foi a multiplicação de casos nesse período. Conforme eu ia escrevendo surgiam novos casos no Brasil e no mundo.

O que me espantou foi que na maioria desses casos haviam jovens envolvidos e muitos deles foram criados em um berço cristão mas que com o tempo acabaram se envolvendo com o satanismo.

Mas o que mais me chocou foram os vídeos Snuffs, antes de ver isso eu nunca tinha visto uma pessoa morrer e isso me abalou de tal forma que por vários dias eu não consegui dormir á noite, pois fechava os olhos e lá estavam as cenas.

Foram os piores dias da minha vida. Sinceramente, eu ainda não sei o quanto isso me afetou.

3 - No livro você fala sobre aliciamento de pessoas para cultos satânicos, de que forma se dá a divulgação dessa religião e como as pessoas são alcançadas por satanistas?

R: O satanismo tem se multiplicado em todo o mundo e esse crescimento se deve principalmente á liberdade que o satanismo conquistou no mundo todo. A internet se tornou sua principal ferramenta de aliciamento. Ela tem alcançado jovens e adultos que pensam ter encontrado no satanismo uma forma de expressar seu ódio contra a família, a igreja e o mundo. A Bíblia Satânica pode ser baixada gratuitamente em milhares de sites no Brasil e no mundo todo e toda essa facilitação somada á curiosidade acaba por contribuir com o crescimento do satanismo no mundo todo. Encontrei até mesmo sites e foruns na internet dedicados á auxiliar jovens cristãos convertidos ao satanismno, dando dicas de como esconder sua nova crença e até mesmo dando instruções de como agir na hora de contar á familia que era um adorador de satan.

Muitos dos jovens que comentaram sobre esse tópico eram evangélicos e até filhos de pastores.

4 - Rituais dessa natureza são altamente secretos, como você conseguiu as informações que precisava para o livro?

R: Me infiltrei em muitos fóruns e comunidades relacionadas ao satanismo e tive acesso á muita informação e notícias. Conversei com ex adeptos do satanismo e assisti documentários e artigos sobre o assunto. Porém, através de casos que estão vindo á tona puder somar muitas informações que acabaram sendo importantes para o livro.

Minha principal motivação não era atacar uma religião ou crença e sim denunciar os crimes promovidos por alguns cultos satânicos ou com motivação satânica.

5 - Qual a ligação entre a pedofilia e o satanismo?

R: Essa relação existe á muito tempo. Hoje no Brasil temos esse assunto em evidencia graças ao trabalho da CPI da Pedofilia, porém as redes organizadas de pedofilia são muito mais antigas. Nos anos 80 o culto satânico Templo de Set já estava sendo investigado por abusos sexuais de crianças e mesmo com tantas provas colhidas na época, ninguém foi preso. No livro Crimes Satânicos tenho falado sobre essa relação entre satanismo e pedofilia isso devido á facilidade que alguns cultos satânicos tem de raptar crianças, aliada a grande demanda da pedofilia no mundo todo. Alguns cultos raptam as crianças para a produção de vídeos snuff. Algumas dessas crianças são abusadas, torturadas e mortas das piores formas possíveis, tendo tudo isso gravado em vídeo que é em seguida vendido para redes organizadas de pedofilia. Muitas dessas redes são organizadas por cultos satânicos, ou, satanistas que tem como missão abastecer o mercado com esses vídeos snuffs.

Estima-se que a pedofilia arrecada anualmente cerca de 5 bilhões de dólares por ano, tendo usado a internet como forma de espalhar esse mal pelo mundo.

6 - O que são os vídeos snuffs, de que forma estão ligados ao satanismo?

R: Vídeos snuffs são vídeos com mortes e assassinatos reais que são filmados ou produzidos com o objetivo de serem comercializados. Quando comecei a pesquisar os cultos satânicos e rituais satânicos encontrei informações que relacionavam os vídeos Snuffs aos cultos satânicos. Desde á Mão da Morte nos anos 70 á 80, os assassinatos em Ciudad Juarez, até casos nos dias atuais apresentavam essa relação. Na internet existem milhares de vídeos de mortes e assassinatos reais, porém só são considerados vídeos Snuffs os vídeos que foram produzidos ou filmados com o objetivo de comercialização. Muitos falsos vídeos snuff tem surgido, tanto que quando comecei a escrever sobre os eles, eram considerados uma lenda. Mas, essa idéia caiu por terra quando eu assisti um vídeo snuff real. No livro Crimes Satânicos eu conto em detalhes a história e descrevo dois desses vídeos reais. Inclusive nesse livro eu busquei apresentar a existência desses vídeos e somente descrevi os reais que assisti isso com o objetivo de mostrar que vídeos snuff não são lendas, pois como reuni muita informação e inclusive um testemunho de uma pessoa de total confiança que viu um vídeo snuff em São Paulo, irei falar mais sobre o assunto em breve.

7 - Muitas das pessoas envolvidas em rituais satânicos saem impunes quando presas ou postas sobre investigação. Esse é o caso de Valentina de Andrade, que continua livre até os dias de hoje e é tratada em seu livro como responsável pela morte de muitas crianças, tanto no Brasil como na Argentina. Por que as investigações dos desaparecimentos de pessoas vítimas desses rituais dificilmente são levadas a sério ou conseguem ter um desfecho justo?

R: Creio que o motivo principal disso seja o envolvimento de "peixes grandes" do cenário político, policial e da infiltração de membros desses cultos no poder público. Um pais como o Brasil é o sonho de todo assassino e pedófilo. Um país onde a justiça tem seu preço e a impunidade é garantida mediante grandes somas de dinheiro, torna-se o paraíso para pessoas como Valentina de Andrade e outros criminosos que vivem do rapto e assassinato de crianças e jovens.

Eu gostaria de estar errado, mas para isso alguém teria que me responder a seguinte pergunta: Onde estão as milhares de crianças que somem todo o ano no Brasil?

8 - A ligação entre seriais killers e cultos satânicos é freqüente?

R: Muitos deles como Richard Ramirez são adoradores do diabo e pensam estar a serviços de satan ao cometerem seus crimes. Outros como Henry Lee Lucas faziam parte de cultos satânicos. Cultos como Matamoros acabam sacrificando pessoas ao diabo como forma de conseguir proteção de demônios para não serem presos ou prosperar nos negócios. Mudam as motivações, mas o envolvimento de muitos deles com o satanismo é bastante freqüente.

9 - Fale sobre um dos assassinos citados no livro que está envolvido com práticas de magia negra.

R: Vou falar sobre Ottis Tole, conhecido serial killer americano. Ottis Tole foi iniciado no satanismo por sua avó que o levava junto com ela ao cemitério para fazer rituais satânicos onde entre outras coisas ela comia cadáveres e as vezes levava pedaços deles para rituais. Ottis era chamado por sua avó de A Criança Demônio. Anos mais tarde Ottis começou a matar principalmente crianças que logo após serem violentadas eram canabalizadas por ele. Ele trabalhou para um culto satânico chamado A Mão da Morte; seu trabalho era raptar crianças e jovens para rituais satânicos e para a filmagem de vídeos snuff. Ottis matou centenas de pessoas. O Livro Crimes Satânicos traz uma entrevista com ele, onde conta tudo, inclusive como eram os rituais. Essa parte do livro não deve ser lida por pessoas sensíveis ou cardíacas, bem, creio que todo o livro é desaconselhável para algumas pessoas. No início eu tive medo de chocar as pessoas, mas descobri da pior maneira que é impossível tratar desse assunto sem causar comoção nas pessoas ou até mesmo não gerar polêmica.

10 - O livro Crimes Satânicos gerou uma grande expectativa por conta das denúncias apresentadas e por trazer á tona os crimes envolvendo o satanismo. A editora Naós que está lançando seu livro sentiu algum receio em lançá-lo?

R: Não, de forma alguma. A Editora Naós se mostrou bastante preparada para lançar o livro. A Naós é uma editora que tem um grande compromisso com a verdade e acabou encontrando em Crimes Satânicos um material que busca alertar a sociedade e o povo cristão sobre esse tema que para muitos é um mistério.

11 - Em algum momento enquanto você estava escrevendo Crimes Satânicos, você sentiu medo de sofrer represálias?

R: Sim, recebi um email com ameaças de pessoas ligadas á um dos portais que promoviam o satanismo e que mostrava um ritual satânico. Falo disso no livro. Pensei em parar de escrever por várias vezes, mas o motivo foi a luta espiritual que é falar sobre esse assunto. Muitas pessoas estavam orando por mim e isso me ajudou bastante. A leitura da Bíblia foi algo que me motivou bastante e me fez ver que realmente estamos em uma luta espiritual. Deus me deu forças e me capacitou a terminar esse trabalho.

de editora Naós

Publicado anteriormente em Dzai.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Médica acusada de 10 mil abortos é encontrada morta

Ex-dona de clínica de aborto é encontrada morta.

Neide Mota Machado tinha uma clínica de aborto no centro de Campo Grande.
Neide foi encontrada morta em uma chácara no Parque dos Poderes, próximo à UNIDERP Agrárias, em Campo Grande. A ex-anestesista estava dentro do carro dela.
Aparentemente, ela cometeu suicídio através de uma injeção, mas só os legistas poderão confirmar a causa da morte.
Um ex-namorado de Neide contou que ela costumava ir àquela chácara buscar leite.
Apesar da clínica dela ter funcionado no centro da Capital, o caso veio à tona quando uma reportagem de televisão denunciou o esquema de funcionamento da clínica.
Cerca de 10 mil mulheres podem ter feito abortos na clínica nos últimos 20 anos.

Um casal contou que encontrou a ex-médica Neide Mota Machado ainda com vida, mas grogue, a cem metros da chácara Capril Primavera, no Jardim Veraneio, em Campo Grande. Ela estava no carro Cross Fox preto, placas HSG 7958. O veículo estava parado e chamou a atenção deles o fato da ex-médica estar muito bem vestida.
Eles se aproximaram do carro e encontraram Neide com uma seringa em uma das mãos. Eles contam que ela tentou esconder a seringa e disse para eles que estava bem. "Eu estou bem, moro aqui mesmo; vim buscar leite, mas estou bem", teria dito a ex-médica.
Notando que ela estava grogue, eles pararam e ficaram observando Neide. Ela chegou à porteira da chácara e parou novamente.
Preocupados, ligaram para o Corpo de Bombeiros e em seguida foram até uma barreira da Polícia Rodoviária Federal, próximo à chácara, e comunicaram o caso.
Ao voltar ao local, ainda conforme o relato deles encontraram Neide já morta, com a seringa, na mão direita, no meio das pernas, e o carro ainda ligado. O veículo foi desligado posteriormente por um policial rodoviário federal.

O caso Neide Mota foi descoberto em 10 de abril de 2007, quando uma reportagem de TV denunciou sua clínica como local especializado na prática de aborto.
Apesar da ex-médica ter uma clínica próxima ao centro de Campo Grande, antes da reportagem nunca teve problemas com a lei.
Cerca de três dias depois, a clínica foi invadida pela polícia civil. A ex-médica havia dado uma entrevista, com uma câmera escondida e foi o início do inquérito policial.
Na clínica foram encontrados remédios para indução ao aborto, uma espingarda e um arquivo com 9.986 nomes de mulheres que passaram pela clínica em 20 anos. Na época, investigou-se se esses nomes eram usados como ameaça às pacientes, para evitar denúncias. Neide Mota também tomava outras formas para se proteger, ao fazer as pacientes assinarem um documento onde declaravam que se submetiam de livre e espontânea vontade para “tratamento de aborto incompleto”.
O assunto ganhou repercussão nacional quando foi divulgado que o Ministério Público iria indiciar todos os 9.986 nomes. Movimentos sociais reagiram negativamente, alegando que seria desperdício de tempo e dinheiro público.
Destes, cerca de 8.000 mil nomes foram excluídos do processo por prescrição e outros ainda estão sendo retirados.
Em 22 de julho deste ano, Neide Mota foi cassada definitivamente pelo CRM/MS (Conselho Regional de Medica de Mato Grosso do Sul) e perdeu o direito de exercício a medicina.
Neide Mota seria submetida a júri popular, por decisão da 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. Seus advogados haviam apresentado recurso ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), contra a realização do júri. Enquanto o recurso não era julgado, o MPE (Ministério Público Estadual) arrolava as testemunhas, para marcar a data do júri.
Fonte: Campo Grande News

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Divisão dos Luteranos depois da votação sobre pastor gay.


Postado em 25 de novembro de 2009 | por Michael Foust
New Brighton, Minnesota (PA) - A maior denominação luterana da nação está rachando na sequência de uma controvertida decisão da sua alta conferência que permite que homossexuais solteiros sirvam como pastores.
Vai levar meses para se determinar verdadeiramente quão significativa foi a alteração da Igreja Evangélica Luterana na América (ELCA), mas um grupo conservador de luteranos que se autodenominam Luterana CORE já está chamando as igrejas mais ortodoxas para deixar a denominação. Líderes da Luterana CORE decidiram, em 18 de novembro, formar um novo grupo luterano e igrejas por todo o país estão agora tomando partido nesta disputa. É preciso o voto de dois terços para a igreja deixar o ELCA e juntar -se a Luterana CORE, que formou uma comissão que irá elaborar uma proposta de como o corpo da igreja funcionará. As recomendações do comitê serão lançadas em fevereiro e votadas em agosto.
A ELCA reivindica 4,8 milhões de membros e 10.500 igrejas.
"Muitos membros e congregações da ELCA têm dito que querem cortar os laços com a ELCA por causa do continuo afastamento da ELCA dos ensinamentos cristãos tradicionais", Disse Paull Springer, com assento na Luterana CORE. "A votação sobre a sexualidade abriu os olhos de muitos do quanto a ELCA tem se afastado dos ensinamentos bíblicos."
Reunidos em Minneapolis, em agosto, os delegados para a conferência bienal da ELCA decidiu (559-451) permitir abertamente que praticantes homossexuais servam como pastores. Tornou-se a maior denominação na América com essa política. A Igreja Episcopal, uma denominação menor, tem uma postura semelhante.
A conferência de Minneapolis foi seguida por uma reunião de 1.200 apoiadores da Luterana CORE, em setembro (25-26), em Fishers, Indiana, onde os delegados presentes à reunião decidiram autorizar o Comitê de direção da Luterana CORE "iniciar conversações entre as congregações" em direção a uma possível "reconfiguração" dos luteranos. O Comitê de direção decidiu, em 18 de novembro, iniciar o processo de formação de uma nova denominação. A palavra "CORE" é um acrônimo para "COalizão para a REnovação".
Nenhum dos lados está prevendo quantas igrejas vai sair ou ficar. Em Erskine, Minnesota, 80 por cento dos membros da Igreja Luterana Rodnes decidiram, em 18 de outubro, deixar o ELCA, relatou o site INFORUM.com. Mas em Waseca, Minnesota, 22 de novembro, 77 por cento dos membros da Igreja Luterana Graça decidiram permanecer, noticiou o Waseca Country News.
Richard Land, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, acredita que a questão da homossexualidade, eventualmente, irá dividir todas as principais denominações. "Você aprova gays e lésbicas sexualmente ativos para pastores e clérigos ou você não aprova", disse  à Baptist Press. "A opinião está dividindo tanto as principais denominações que se você aprova isso, então você vai ter que deixar de ser conservador e, se você não fizer isso, então você vai ter de deixar de ser liberal. Acredito que esse problema vai acabar reconfigurando toda a paisagem dos protestantes principais. Esta no processo de divisão dos episcopais. Esta dividindo agora os luteranos. Esta no processo de divisão dos presbiterianos, e, eventualmente, vai acabar dividindo os metodistas."
Land perguntou, retoricamente, referenciando o homônimo da ELCA, "Alguém tem dúvidas que Martin Lutero acreditava nisso? A questão é se você vai estar sob a autoridade das Escrituras ou não. E, claramente, existe grande parte dos principais protestantes que decidiram que vão estar em juízo da Escritura ".
- 30 –
Michael Foust é um editor assistente da Baptist Press. Com reportagem de Mark Kelly, um editor-assistente da Baptist Press.
Traduzido por Israel
 Publicado anteriormente em Baptist Press

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Da homossexualidade à heterossexualidade


DA HOMOSSEXUALIDADE À HETEROSSEXUALIDADE:
Da Homossexualidade à Heterossexualidade: Há possibilidade de resgate da Heterossexualidade.
“E criou Deus o homem a sua imagem; a imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.”(Gênesis 1:27)
Por Rozangela Alves Justino (psicóloga – CRP 05/4917)O presente relato constitui uma síntese de minha experiência profissional e compreensão da homossexualidade a partir do trabalho com o GA - Grupo de Amigos, observando, atuando e acompanhando o grupo no período de 1989 a 1994.Iniciei o contato com o GA quando convidada a participar de uma jornada promovida pelo líder do grupo. As pessoas acometidas pelos desejos e/ou práticas homossexuais estavam em conflito com a vida que levavam: queriam encontrar uma resposta para a homossexualidade e seguir a orientação heterossexual, mas não sabiam como. Até então, eu só havia ouvido falar de pessoas que desejavam assumir a sua homossexualidade.Procurei literaturas sobre o tema e passei a ouvir experiências semelhantes, bem como o relato de outras pessoas que já haviam mudado espontaneamente a sua orientação sexual de homo para hétero.Sem focalizar o sintoma que o grupo apresentava (homossexualidade), procurei perceber as pessoas individualmente e estabelecer vínculos com elas. Verifiquei que muitos dos seus conflitos eram idênticos ao de outras pessoas, independente da orientação sexual.Em pesquisas médicas, os cientistas ainda não conseguiram encontrar dados biológicos que determinem uma inclinação genética para a homossexualidade. Aliás, a conclusão que se chega é de que a natureza opera na reprodução e perpetuação da espécie.Creio que os fatores emocionais e sociais, bem como os espirituais, têm grande influência na homossexualidade. Irei me deter aos aspectos emocionais e sociais.Para o entendimento dos fatores emocionais tomei como base a linha psicodramática, que utiliza técnicas que facilitam o trabalho com grupos e levam a pessoa a agir diante do seu drama, encontrando respostas que apontam a uma saída adequada para sua situação.J. L. Moreno, criador do Psicodrama, mostra-nos que qualquer aprendizagem só pode acontecer na relação do recém-nascido com a mãe e os outros “tus” e objetos ao longo da vida. Partindo deste princípio, Moreno associa o desenvolvimento emocional com o desempenho de papéis.O papel é formado por marcas que ganham força e determinam o desempenho da pessoa numa situação específica a qual reage, estando também outras pessoas e objetos envolvidos. Desta forma, “o papel é levado a todas as dimensões da vida” (GONÇALVES, C. S., 1988, p.66).
Os papéis são complementares, ou seja, o meu papel de filho está em relação ao de pai ou de mãe com quem estou me relacionando. Podem ser o meu pai ou a minha mãe biológicos ou aqueles que paternalizam ou maternalizam na relação comigo. Só existe pai se houver filho, e só existe filho se houver pai.A Matriz de Identidade foi o termo utilizado por Moreno para explicar o desenvolvimento emocional da criança, pois são das suas relações primeiras que ela irá herdar os modelos para suas relações futuras. Neste primeiro espaço a criança estabelecerá vínculos ao interagir com as pessoas e o ambiente ao seu redor. É, aí, na Matriz de Identidade, que ela recebe atenção, adquire valores morais e culturais e se prepara para participar da vida em sociedade. Assim como todos os outros papéis, o papel sexual parece ter início na expectativa dos pais e entes queridos mais próximos, que já esperam o nascimento de um menino ou uma menina e projetam nele(a) todos os seus planos, antes mesmo de nascer.Espera-se que a criança desempenhe o papel que a família escolheu, o que está diretamente ligado ao sexo que irá ter: masculino ou feminino. Muitas famílias esperam por uma criança de determinado sexo e, quando isto não ocorre, se frustram. Pode também nascer o menino desejado pela família, no entanto a expectativa familiar é de que ele tome conta da mãe, protegendo-a ou suprindo-a da falta do pai, por omissão deste ou até mesmo pelo fato de ser agressivo. A lei da casa passa a ser: “Tome conta da sua mãe até que ela morra, você não tem o direito de ter outra mulher em sua vida, a sua mãe irá bastá-lo!”. O menino poderá ser também “a companheira” da mãe: “Tão bom seria se meu filho fosse uma menina, as mulheres são mais companheiras das mães!”.Tais impressões, verbalizadas ou não, sempre são incorporadas pelo menino através da maneira pela qual a família se relaciona com ele. É muito difícil para os filhos não atenderem ao apelo dos seus entes queridos. O seu “eu” vai se estruturando a partir das marcas que são passadas para o seu registro corporal, bem como as impressões de aceitação ou não da sua pessoa, do seu jeito de ser e do seu sexo biológico. É muito comum a família ver o filho adotando papéis homossexuais e “não perceber”. Há uma cumplicidade velada entre as partes. O papel é complementado. É claro que ambas as partes são responsáveis pela sua situação - se o filho não quiser ele não complementa este papel.Quando a estes registros se juntam os mitos que dominam a sexualidade e influenciam a conduta das pessoas e as experiências sexuais perversas (por exemplo, abusos sexuais na infância), acaba sendo favorecido o desenvolvimento do papel homossexual.Os mitos são interpretações folclóricas da realidade e estes se tornam mais fortes ou mais fracos segundo as confirmações da realidade. Inserem-se no espaço que o conhecimento deixa vazio. Um grupo que se propõe a trabalhar com os que desejam deixar a homossexualidade precisa ser educativo, pois as informações desfazem os mitos que influenciam a sexualidade. Os mitos existem quando encontram quem os complemente - se não há quem acredite no mito ou se ambas as pessoas não o compartilham, ele morre.Não são poucos os meninos que escutam que o “pinto” vai cair quando são pegos bulindo-o. Quando se tocam os outros dizem que podem se tornar maricas, falar fino. Escutam ainda que homem que é homem não chora, que quem brinca com boneca é menina.A verdade é que as crianças crescem com estas impressões que geram muitas dúvidas, inseguranças e conflitos que interferem na formação da sua identidade psicossexual, principalmente para aquelas que saem do padrão masculino ou feminino estabelecido pela cultura em que vivem.É claro que os pais precisam vestir os seus filhos de forma a ajudá-los na adequação aos papéis sociais já determinados pelo seu sexo biológico, o que precisa ocorrer de forma natural e tranqüila. Normalmente, quando o pai tem uma boa aceitação do seu sexo biológico, valorizando o filho no seu papel masculino ou feminino (sexo em que nasceu), a orientação sexual da criança seguirá o curso de seu sexo biológico, naturalmente.Na verdade, a própria vivência sexual dos pais e a falta da resolução adequada de seus conflitos pessoais poderá influenciar o filho. Muitos são os pais e pessoas ligadas afetivamente à criança que afirmam que “homem não presta, que não são confiáveis, que homens são todos iguais” - estas mesmas afirmações podem se referir também às mulheres. Um filho que sempre ouve isto dos seus familiares acaba acreditando e, sem conseguir discriminar o que “presta” ou não, a generalização poderá servir de crivo para todas as pessoas que encontra pela frente. Quando tais relatos são confirmados na realidade de algumas de suas experiências, tomam um vulto maior.Todas estas vivências influenciam a formação da identidade psicossexual da criança, criando-lhe confusão. Qual é o menino que vai querer ser homem se ouve que os homens não prestam, que só fazem mal para as mulheres? E se esta mulher for a sua mãe? Normalmente, ninguém vai querer ser visto como um “homem mau”, “alguém sem valor”.Reconhecemos ainda que os papéis sociais do masculino e do feminino sofreram grandes mudanças nos últimos anos. Há pouco tempo víamos uma definição mais clara de “ser homem e ser mulher”. É certo que os padrões estabelecidos para estes papéis eram muito rígidos e se um rapaz não se enquadrasse no modelo social masculino era severamente desclassificado com relação ao seu papel sexual. Hoje em dia, há uma maior flexibilidade, porém acompanhada de indefinição do que seriam o papel masculino e o feminino. Como cita Sérgio Perazzo (1986), os papéis de homem e de mulher refletem sempre a existência de uma dinâmica social, individual e política, exigindo uma permanente formulação e um novo posicionamento. Pergunto: Já que há possibilidade de reformulação dos papéis masculino e feminino, por que não poderá haver mudança de homo para hétero?L. Cuschinir, em seus estudos dos “grupos de gênero” declara que o homem está em crise de identidade, pois todos os modelos de relacionamento não estão mais servindo e isto influencia o desenvolvimento emocional e psicológico do homem e da mulher. Surge a pergunta: O que é ser homem? O que é ser mulher nos dias de hoje? A verdade é que “os homens de hoje ainda têm que provar a toda hora para si mesmos, para as mulheres e para outros homens que ele é muito homem” (CUSCHINIR, L. 1992, p. 17).O feminismo gerou um grande movimento no mundo das mulheres, mas os homens não conseguiram acompanhar as mudanças e se encontram perdidos no seu papel masculino. As mulheres também se encontram insatisfeitas e isto repercute diretamente no seu papel sexual.Pessoas que vivenciam a homossexualidade/heterossexualidade apresentam conflitos nos dias atuais. O que “está” homossexual tem preferência afetiva por pessoas do mesmo sexo, podendo ser seguida de prática sexual ou não. O heterossexual prefere o sexo oposto, porém não sabe mais estabelecer relação com este. Os encontros são desejados, mas os desencontros são freqüentes.Uma vez que os papéis sociais, masculino e feminino, estejam em crise, conseqüentemente o papel sexual também estará. Quando aquele que está em conflito com o seu papel sexual já passou por experiência de abuso sexual na infância, teve uma maior identificação com a mãe ou figuras femininas da casa (comprometido por uma estrutura de ego frágil), além da figura omissa ou agressiva do pai, há fortes tendências para a instalação da homossexualidade.A preferência afetiva por pessoas do mesmo sexo é uma forma de pegar para si traços, qualidades, ou seja, aquilo que ficou faltando para a formação da sua identidade psicossexual.É muito comum existirem, entre as pessoas que apresentam orientação homossexual, vítimas de alguma forma de abuso sexual na infância em que o autor do abuso tenha sido alguém ligado afetivamente à criança. Esta experiência distorce a personalidade de quem foi abusado, criando marcas difíceis de serem superadas. A criança não tem maturidade física e nem emocional para suportar as emoções de uma relação sexual ou qualquer estimulação desta natureza.Este conjunto de vivências com suas marcas e impressões influenciam tanto o desenvolvimento emocional do ser humano quanto o seu papel sexual. No caso do homem que “está” homossexual, tais marcas criam dúvidas com relação a sua masculinidade. O que fazer, então? Como ajudar estas pessoas?A psicoterapia individual e/ou em grupo é importante para aquele que deseja resgatar a sua heterossexualidade, incluindo os grupos de apoio e mútua-ajuda. A psicoterapia psicodramática em grupo deixa a sua contribuição neste processo. No decorrer do trabalho a pessoa vai podendo reconhecer o seu eu, diferenciando-se do tu, podendo favorecer a sua reestruturação e contato com os seus aspectos masculinos ou femininos, conforme o seu sexo biológico. A percepção de que a sua condição não é única, que outras pessoas também passam por situações semelhantes, faz com que saia do centro do universo, que veja o outro e amadureça.No trabalho com pessoas que vivenciam a homossexualidade é preciso usar técnicas que facilitem o reconhecimento do eu e do tu, permitindo a sua diferenciação. Muitos não conseguem se reconhecerem como homens nem como mulheres, segundo o seu papel biológico. A maioria chega ao grupo indiferenciada. Nem sempre o crescimento emocional acompanha o fisiológico, sendo a imaturidade emocional uma característica marcante entre os que “estão” homossexuais. Eles podem até desempenhar normalmente seus papéis profissionais, mas no que se refere ao papel sexual só conseguem se relacionar com o igual por terem se fixado em fases remotas da infância.Nos casos observados, percebe-se que um dos motivos que levam um rapaz a se relacionar com outro é a procura de si mesmo - numa tentativa de responder à pergunta: Quem sou eu? É como se quisesse imprimir em si toda a masculinidade do outro com as relações homossexuais, além da proteção, da segurança, do carinho e da atenção que necessita da figura masculina - só que as experiências homossexuais não suprem as suas faltas, muito pelo contrário, podem viciar e se tornarem uma compulsão.À medida que o reconhecimento do eu vai sendo alcançado, bem como o reconhecimento do tu, a diferenciação do eu e do tu vai ficando cada vez mais marcante. O processo de maturidade vai sendo efetivado e a possibilidade da interação homem/mulher (eu diferente do tu) se torna possível.As marcas ou rótulos do passado vão sendo superados à medida que as “máscaras” forem caindo, ou seja, forem ficando mais claros para a pessoa os motivos que fizeram com que o papel homossexual se cristalizasse. O rótulo “gay” ou “homossexual” mascara a realidade e impede a pessoa de ser vista internamente.As pessoas chegam ao GA confusas e envolvidas pelo “rótulo de homossexuais”, acreditando que realmente são o que o rótulo representa; não conseguem ter uma percepção clara da sua realidade interior.As técnicas psicodramáticas levam à transformação. As mudanças vão sendo percebidas quando as máscaras vão desaparecendo e a pessoa vai podendo ser ela mesma, criada à imagem e semelhança de Deus, homem e mulher. Um grupo terapêutico poderá ajudar a pessoa a retirar o rótulo “homossexual” e as máscaras também não terão razão de existir.Moreno coloca o papel como forma de funcionamento de uma pessoa com relação à outra. Sendo assim, os papéis podem mudar e o resgate da heterossexualidade fica possível. Não de forma mágica, mas num processo em que a pessoa vai reconhecendo em si, a cada dia, os seus aspectos heterossexuais.Naffah Neto (1979, p.199) afirma que “é o indivíduo espontâneo-criativo capaz de retornar aos Papéis Sociais cristalizados e fixos que circunscrever e recriá-los na vivência das próprias relações em que se vê lançado”.O resgate da heterossexualidade é possível no convívio com um grupo em que aquele que está vivenciando a homossexualidade é aceito e respeitado, podendo confiar suas intimidades sem o risco de chacotas, sem ser exposto e sem que as suas confidências sejam usadas para acusação ou agressão mais tarde. A pessoa precisa de um espaço confiável e respeitoso. É importante também o convívio com aqueles que já experimentaram a mudança de homo para hétero, isto é, deixaram a homossexualidade e desenvolveram a heterossexualidade, bem como com heterossexuais que possam abraçá-lo e aceitá-lo, numa descoberta de que é possível um homem ser afetivo com outro sem que exista atração sexual entre eles.Um grupo terapêutico com pessoas de ambos os sexos ajuda aquele que “está” homossexual a reconstruir as suas relações. A percepção adequada do eu, do tu, do ele e do nós o ajuda a reconstruir o seu papel sexual, facilitando o despertar da sua inclinação afetiva para o sexo oposto e, conseqüentemente, o desejo (atração, orientação) sexual, também.Da mesma forma que a aprendizagem dos papéis que levam à homossexualidade acontece através dos vínculos estabelecidos nas relações com os tus e objetos ao longo da vida do indivíduo, o papel heterossexual poderá ser desenvolvido na relação com os tus e objetos que ajudarão o indivíduo a desenvolver este novo papel. Podemos chamar novos tus e objetos de grupo terapêutico ou de grupo de ajuda mútua.Assim, tanto os apoiados do GA e demais instituições de apoio como muitos dos que comparecem aos nossos consultórios vêm com uma máscara de homossexual, procuram o terapeuta para que sejam ajudados a retirá-la e pedem para serem confirmados como heterossexuais. No fundo sabem que a sua inclinação (orientação) é heterossexual, mas por alguns motivos desempenham o papel homossexual.Sempre cabe a lembrança da afirmação de Sérgio Perazzo (1986, p.99):“É anular a existência pensar em papel desenvolvido no sentido de acabado. Os papéis ligados à sexualidade, como qualquer papel, sempre poderão se desenvolver.”Referências Bibliográficas:Bermúdez, J. G. - Introdução ao Psicodrama. São Paulo, Mestre Jou, 1980.Bustos, D. - Perigo ... Amor à Vista! São Paulo, Aleph, 1990.Carvalho, E. R. S. de - Homossexualismo: Abordagens Cristãs. Brasília, Eirene do Brasil, 1989.Castilho, L. N. - Homossexualidade. São Paulo, ABU, 1989.Cuschinir, L. - Masculino, Feminino. Rio de Janeiro, Rosa dos Tempos, 1992.Fonseca Filho, J. S. - Psicodrama da Loucura. São Paulo, Ágora, 1988.Gonçalves, C. S. - Lições de Psicodrama. São Paulo, Ágora, 1988.Martín, E. G. - J L Moreno: Psicologia do Encontro. São Paulo, Duas Cidades, 1984.Moreno, J. L. - Psicodrama, São Paulo, Cultrix, 1987.__________ - As Palavras do Pai, Campinas, São Paulo, PSY, 1992.__________ - Quem Sobreviverá? Fundamentos da Sociometria, Psicoterapia de Grupo e Sociodrama. Goiânia, Dimensão, 1992.Naffah Neto, A. - Psicodrama - Descolonizando o Imaginário. São Paulo, Brasiliense, 1979.__________ - Paixões e Questões de um Terapeuta, São Paulo, Ágora, 1989.Perazzo, S. - Descansem em Paz os Nossos Mortos Dentro de Mim. São Paulo, Francisco Alves, 1986.Soeiro, A. C. - Psicodrama e Psicoterapia. São Paulo, Natura, 1976.OBS. Este artigo foi publicado no Boletim de Psicoteologia do CPPC-Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos, Ano IX, nº, 2º Semestre de 1996. Revisto em julho de de 2006.
Posted by Rozangela Justino at 8:27 PM

“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo

“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo

Governo Lula usará “pesquisa” para elaborar novas políticas governamentais para combater a “homofobia” de 99% dos brasileiros

Julio Severo

De acordo com reportagem do jornal O Globo de 7 de fevereiro de 2009: “Só 1% dos brasileiros maiores de 16 anos não têm preconceito contra homossexuais”. O que essa “pesquisa” quer dizer? Que só 1% dos brasileiros não mata homossexuais? Que só 1% dos brasileiros não agride homossexuais?

Já que o termo “preconceito” muitas vezes é interpretado como abrangendo palavras e opiniões contrárias ao homossexualismo, quais as implicações dessa “pesquisa”?

A “pesquisa” foi realizada pelas fundações socialistas Perseu Abramo e Rosa Luxemburgo, que fizeram o levantamento de quantos brasileiros não aceitam o homossexualismo. A fundação Perseu Abramo tem ligação com o PT.

Usando o eco ideológico dessas fundações, o governo Lula agora utilizará os resultados dessa “pesquisa” para elaborar políticas mais enérgicas de combate à “homofobia”. A “pesquisa” apontou, nas próprias palavras de O Globo, que “a cada três dias de 2008, houve pelo menos um crime de ódio por orientação sexual no país, segundo o programa federal Brasil Sem Homofobia”.

Ocorrem no Brasil crimes contra quem pratica o homossexualismo? Claro que sim. Afirmando que a maioria dos homossexuais assassinados é de travestis, Oswaldo Braga, presidente do Movimento Gay de Minas, declarou: “São homossexuais que estão mais envolvidos com a criminalidade, como prostituição e tráfico de drogas, ficando mais expostos à violência”. (Tribuna de Minas, 09/03/2007, p. 3.)

Qualquer cidadão brasileiro, seja homossexual ou não, que se expõe em ambientes de drogas e prostituições corre sério risco de sofrer agressões e morte.

Mas assassinato, seja de quem for, não é nenhuma novidade no Brasil hiper-violento. Nos últimos 25 anos, enquanto 800 mil brasileiros foram assassinados, somente 2 mil homossexuais tiveram o mesmo destino, de acordo com o Grupo Gay da Bahia,

Contudo, a “pesquisa” não citou diretamente assassinatos de homossexuais, mas só “crimes”. Enquanto a cada três dias são assassinados 414 brasileiros — sem mencionar outros crimes —, a cada três dias 1 crime é cometido contra homossexuais.

Não, o governo Lula não está olhando para o número elevadíssimo de 414 assassinatos. Seus olhos estão nesse 1 crime contra homossexuais a cada três dias. Esse 1 crime pode ser qualquer “crime” — até mesmo a contrariedade típica e normal das pessoas a dois homens se beijando descaradamente em público.

Os olhos do governo Lula estão também no “preconceito” de 99% dos brasileiros. Erradicar a “intolerância” contra o homossexualismo, por mínima que seja, é muito mais importante do que trabalhar para literalmente salvar a vida de 50 mil brasileiros que são assassinados anualmente no Brasil hiper-violento.

Tanta violência no Brasil nem é de admirar. A vida perdeu o valor sob um governo que, em vez de proteger seus cidadãos, trabalha para legalizar o aborto e sacralizar o homossexualismo.

O que é de admirar é como uma população que é 99% contra o homossexualismo aceita de forma passiva e calada que um governo 100% a favor do homossexualismo eleve as práticas homossexuais a nível de sacralidade inviolável enquanto rebaixa 99% da população à categoria de “ralé ignorante” que deve ser sumariamente condenada a políticas estatais de reeducação.

Tal empreendimento socialista exige, como sempre, apoio da mídia comprada. Ninguém melhor do que a grande mídia brasileira para ajudar o governo a reeducar 99% da população. De acordo a BBC de Londres, as novelas da TV Globo — ligada ao jornal O Globo — aumentaram o número de divórcios no Brasil nos últimos 40 anos. Dá agora para aumentar o número de pessoas que aceitam o homossexualismo?

Com a ajuda da Globo e outros canais de TV liberais, o povo “ignorante” será reeducado a ver o homossexualismo conforme as tendências politicamente corretas. Sem mencionar que, usando as escolas públicas e outros meios, o programa federal “Brasil Sem Homofobia” não medirá esforços para eliminar o “preconceito” dos cidadãos brasileiros.

Enquanto o Ministério da Saúde gasta literalmente milhões em lubrificantes para que homossexuais se ocupem e se distraíam em suas relações anais, 99% da população ficarão “ocupados” sendo caçados e reeducados por causa de seu “preconceito”.

Esse “preconceito”, conforme o governo Lula e a mídia comprada definem, abrange qualquer opinião contrária ao homossexualismo. Não importa o que 99% da população pensem, não importa o que 99% dos cristãos creiam — o programa “Brasil Sem Homofobia” está determinado a “curá-los”, conforme as próprias palavras de Lula, de sua “doença perversa”.

Graças ao socialismo, o Brasil está hoje enfrentando uma ditadura ideológica monumental, onde 1% da população está determinada a impor sobre 99% não só censura às suas convicções e opiniões, mas também perseguição legal.

Alguém, muito sabiamente, disse:

“No passado, o homossexualismo era proibido no Brasil. Depois, passou a ser tolerado. Hoje é aceito como comportamento normal. Vou sair do Brasil antes que passe a ser obrigatório”.

Fonte: www.juliosevero.com

Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados

Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados

Matthew Cullinan Hoffman

BRASÍLIA, 13 de fevereiro de 2009 (LifeSiteNews.com) — O governo brasileiro determinou que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e portanto precisam ser reeducados, de acordo com o jornal O Globo.

Os resultados são de um estudo que testou o nível de “homofobia” da população, perguntando às pessoas que comentassem acerca de tais declarações como “Deus fez o homem e a mulher com sexos diferentes para que cumpram seu papel e tenham filhos”. Os 92% de brasileiros que concordaram parcial ou completamente com essa declaração foram rotulados de “homofóbicos”.

Outra pergunta no teste de “homofobia” foi: “A homossexualidade é um pecado contra as leis de Deus”. Cinquenta e oito por cento dos brasileiros concordaram.

Aqueles que concordaram parcial ou completamente que “A homossexualidade é uma doença que tem de ser tratada” (41%) foram também rotulados de “homofóbicos”, assim como aqueles que objetaram a beijos e abraços de homossexuais em público (64%).

De acordo com o jornal O Globo, o governo federal do Brasil usará os dados para “planejar novas políticas, e alerta que já detectou um desdobramento sombrio de tanto preconceito: a intolerância.” O estudo foi realizado por uma organização ligada ao Partido dos Trabalhadores, que atualmente ocupa o poder executivo e predomina no poder legislativo.

“Não há como [o governo] não se envolver, porque a intolerância tem se manifestado em crimes, inclusive cometidos por agentes de Estado”, disse Paulo Biagi, coordenador do Brasil Sem Homofobia, programa oficial do governo Lula.

Biagi diz que o governo agora começará a “rearticular” a defesa de seu projeto de lei “anti-homofobia”, que tornará crime criticar a conduta homossexual no Brasil.

Além disso, o governo estará lançando o Plano Nacional de Promoção da Cidadania LGBT em maio. O governo também iniciará, juntamente com dez outros países latino-americanos, uma campanha televisiva para combater a “homofobia”.

“O que é de admirar é como uma população que é 99% contra o homossexualismo aceita de forma passiva e calada que um governo 100% a favor do homossexualismo eleve as práticas homossexuais a nível de sacralidade inviolável”, escreveu o ativista pró-família Julio Severo em seu blog Last Days Watchman, “enquanto rebaixa 99% da população à categoria de ‘ralé ignorante’ que deve ser sumariamente condenada a políticas estatais de reeducação”.

Links relacionados:

“Study” in the Brazilian newspaper O Globo: 99% Brazilians do not accept homosexuality

http://lastdayswatchman.blogspot.com/2009/02/study-in-brazilian-newspaper-o-globo-99.html

“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo

http://juliosevero.blogspot.com/2009/02/pesquisa-no-jornal-o-globo-indica-99.html

Cobertura relacionada em inglês em LifeSiteNews:

Brazilian President: Opposition to Homosexuality is a “Perverse Disease”

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jun/08060904.html

Brazilian Government Punishes Dissenters of Pro-Homosexuality Policy

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/mar/08032702.html

Brazilian Homosexuals File “Hate” Charges Against Brazilian Christians

http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/nov/07112805.html

Brazil Attacks Against Family Defenders Backed by Pro-Homosexual Regime of Nation’s President

http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/jul/07073108.html

Fonte: LifeSiteNews